Doenças Eczematosas e Eritematodescamativas — MedVerse · MedVerse
Resumo HARD · Atualizado em 02 de set. de 2026
Doenças Eczematosas e Eritematodescamativas
Dermatite atópica, dermatite de contato, dermatite seborreica, psoríase e pitiríase rósea
Arthur MedVerse
·52 min de leitura·Avançado
Neste artigo
Resumo executivo
Doenças eczematosas e eritematodescamativas constituem um grupo amplo de dermatoses inflamatórias caracterizadas por eritema, prurido e descamação em combinações variáveis. O raciocínio de prova depende principalmente da morfologia, distribuição, cronicidade e fatores desencadeantes.
Eczema é um padrão inflamatório da pele, não um diagnóstico único. Na fase aguda predominam eritema, edema, vesiculação, exsudação e crostas; na fase subaguda, eritema e descamação; na fase crônica, xerose, fissuras e liquenificação decorrente de coçadura persistente.
Dermatite atópica é doença inflamatória crônica e recidivante marcada por prurido e disfunção de barreira cutânea. Na infância predominam face e superfícies extensoras; com o crescimento, o padrão tende a se tornar flexural. História pessoal/familiar de atopia, xerose e prurido recorrente reforçam o diagnóstico.
O tratamento da dermatite atópica começa com restauração da barreira: emolientes regulares, banhos curtos e mornos e redução de irritantes. Corticosteroides tópicos são primeira linha para exacerbações; inibidores tópicos de calcineurina são úteis especialmente em face e dobras e como estratégia poupadora de corticosteroide.
Em doença moderada a grave refratária ao tratamento tópico otimizado, fototerapia e terapias sistêmicas podem ser necessárias. Diretrizes contemporâneas incluem agentes biológicos e inibidores de Janus quinase em adultos selecionados; corticosteroides sistêmicos de uso prolongado não são recomendados devido a toxicidade e rebote.
Dermatite de contato pode ser irritativa ou alérgica. A forma irritativa é causada por dano direto à barreira e não depende de sensibilização imunológica prévia. A forma alérgica é reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV, mediada por linfócitos T; o teste de contato é o exame padrão para identificação do alérgeno responsável.
Dermatite seborreica acomete áreas ricas em glândulas sebáceas — couro cabeludo, sobrancelhas, sulcos nasolabiais, região retroauricular e presternal — e produz eritema com descamação fina ou gordurosa. Malassezia participa da fisiopatologia, razão pela qual antifúngicos tópicos, especialmente cetoconazol, são pilares terapêuticos.
Psoríase é doença inflamatória imunomediada crônica, associada a hiperproliferação queratinocitária. A forma em placas produz lesões eritematosas bem delimitadas com escamas branco-prateadas, preferencialmente em superfícies extensoras, couro cabeludo e região sacral. Sinal de Auspitz e fenômeno de Koebner são clássicos.
A psoríase deve ser encarada como doença sistêmica. Artrite psoriásica, obesidade, síndrome metabólica, doença cardiovascular, tabagismo, consumo excessivo de álcool e impacto psicológico devem ser ativamente pesquisados.
Tratamento da psoríase leve costuma ser tópico, com corticosteroides e análogos de vitamina D entre as opções centrais. Doença moderada a grave ou acometimento de áreas especiais pode exigir fototerapia, metotrexato, ciclosporina, acitretina ou terapias biológicas, conforme perfil clínico, comorbidades e disponibilidade.
Pitiríase rósea é erupção papuloescamosa aguda e geralmente autolimitada. Classicamente inicia com placa-mãe, seguida dias depois por múltiplas lesões ovais menores no tronco, acompanhando linhas de clivagem e formando padrão em 'árvore de Natal'. Sífilis secundária é diferencial obrigatório em apresentações atípicas.
Mensagem de prova: atópica = prurido + xerose + flexuras; contato alérgica = hipersensibilidade tipo IV + patch test; seborreica = área seborréica + Malassezia; psoríase = placa bem delimitada + escama prateada + extensores; pitiríase rósea = placa-mãe + árvore de Natal.
Objetivos de aprendizagem
01
Reconhecer o padrão morfológico do eczema agudo, subagudo e crônico.
02
Diagnosticar dermatite atópica pela combinação de prurido, distribuição e história clínica.
03
Aplicar princípios atuais do tratamento tópico e sistêmico da dermatite atópica.
04
Diferenciar dermatite de contato irritativa de alérgica.
05
Reconhecer a indicação do teste de contato.
06
Diagnosticar dermatite seborreica pela distribuição típica.
07
Reconhecer formas clínicas e sinais clássicos da psoríase.
08
Identificar critérios clínicos de gravidade e áreas especiais na psoríase.
09
Pesquisar comorbidades e artrite psoriásica.
10
Reconhecer a apresentação clássica da pitiríase rósea e seus diferenciais.
Visão rápida
Definição
Grupo de dermatoses inflamatórias pruriginosas e/ou descamativas, incluindo dermatites e psoríase.
Como reconhecer
Flexuras → atópica; contato localizado → dermatite de contato; áreas seborréicas → seborreica; extensores + escama prateada → psoríase.
Conduta principal
Restaurar barreira, controlar inflamação e remover gatilhos; escalar para fototerapia/sistêmicos conforme gravidade e doença.
Pérola de prova
Dermatite de contato alérgica é hipersensibilidade tipo IV e é investigada com teste de contato.
Introdução
Dermatoses eczematosas e eritematodescamativas compartilham eritema e descamação, mas diferem profundamente em fisiopatologia, distribuição e tratamento.
A descrição da lesão e da topografia costuma ser mais discriminatória que exames laboratoriais. Muitas entidades são diagnosticadas clinicamente.
O tema é frequente em provas porque permite comparar padrões clássicos de dermatite atópica, contato, seborreica, psoríase e pitiríase rósea.
Conceitos fundamentais
Eczema agudo
Eritema e edema.
Vesículas ou microvesículas.
Exsudação.
Crosta.
Prurido geralmente intenso.
Eczema crônico
Xerose.
Descamação.
Fissuras.
Liquenificação.
Hiperpigmentação ou hipopigmentação pós-inflamatória podem ocorrer.
Barreira cutânea
Alterações da barreira aumentam perda transepidérmica de água e entrada de irritantes/alérgenos.
Na dermatite atópica, alterações estruturais e imunológicas sustentam xerose e inflamação.
Emolientes reduzem perda de água e são tratamento basal, não apenas cosmético.
Koebner
Surgimento de lesões típicas em áreas de trauma.
É clássico na psoríase, mas também pode ocorrer em outras dermatoses.
Auspitz
Sangramento puntiforme após remoção de escamas de placa psoriásica.
É clássico, mas sua ausência não exclui psoríase.
Etiologia e fatores de risco
Dermatite atópica
Predisposição genética.
Disfunção de barreira epidérmica.
Resposta imune tipo 2 predominante.
História pessoal ou familiar de atopia.
Clima seco, irritantes, infecções e estresse podem agravar.
Dermatite de contato irritativa
Contato repetido ou intenso com água, detergentes, solventes, ácidos, álcalis e outros irritantes.
Trabalho úmido é fator ocupacional clássico.
Pode ocorrer já na primeira exposição se o irritante for suficientemente forte.
Dermatite de contato alérgica
Exige sensibilização prévia ao alérgeno.
Níquel, fragrâncias, conservantes, borracha, cromato e corantes capilares são exemplos frequentes.
Mecanismo é hipersensibilidade tardia do tipo IV.
Dermatite seborreica
Malassezia participa da fisiopatologia.
Atividade sebácea e susceptibilidade individual são relevantes.
Pode ser mais intensa em pessoas com doença de Parkinson, imunossupressão e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana.
Psoríase
Predisposição genética e ativação imune mediada especialmente pelos eixos interleucina 23 e interleucina 17.
Trauma cutâneo pode desencadear Koebner.
Infecções, estresse, álcool, tabagismo e determinados medicamentos podem exacerbar.
Retirada abrupta de corticosteroide sistêmico pode precipitar exacerbação grave em pacientes suscetíveis.
Quadro clínico
Dermatite atópica — lactente
Prurido e xerose.
Face e couro cabeludo frequentemente acometidos.
Superfícies extensoras podem predominar.
Área de fralda costuma ser relativamente poupada.
Dermatite atópica — criança maior/adulto
Predomínio flexural: fossas antecubitais e poplíteas.
Pescoço, pálpebras e mãos podem ser acometidos.
Liquenificação é frequente na doença crônica.
Prurido é característica obrigatoriamente valorizada.
Estigmas atópicos
Xerose.
Prega infraorbital de Dennie-Morgan.
Hiperlinearidade palmar.
Pitiríase alba.
Queratose pilar.
Dermografismo branco pode ocorrer.
Dermatite de contato
Eritema, edema, pápulas e vesículas em fase aguda.
Descamação, fissuras e liquenificação em exposição crônica.
Distribuição acompanha área de contato, embora forma alérgica possa ultrapassar o local inicial.
Mãos são local frequente em doença ocupacional.
Dermatite seborreica
Escamas finas brancas ou amareladas, por vezes oleosas.
Couro cabeludo, sobrancelhas, glabela, sulcos nasolabiais, região retroauricular e presternal.
Prurido varia de leve a moderado.
Em lactentes pode manifestar-se como crosta láctea.
Psoríase em placas
Placas eritematosas bem delimitadas.
Escamas secas branco-prateadas.
Cotovelos, joelhos, couro cabeludo e região lombossacra são clássicos.
Simetria é frequente.
Psoríase gutata
Múltiplas pequenas pápulas/placas descamativas em 'gotas'.
Mais comum em crianças e adultos jovens.
Pode seguir infecção estreptocócica de orofaringe.
Psoríase invertida
Acomete grandes dobras.
Placas são eritematosas, lisas e pouco descamativas pela umidade local.
Diagnóstico diferencial inclui candidíase e eritrasma.
Psoríase ungueal
Pitting ungueal.
Onicólise.
Hiperqueratose subungueal.
Mancha em gota de óleo.
Associa-se a maior probabilidade de artrite psoriásica.
Psoríase pustulosa generalizada
Pústulas estéreis difusas sobre eritema.
Pode acompanhar febre e toxicidade sistêmica.
É forma potencialmente grave que exige avaliação urgente.
Psoríase eritrodérmica
Eritema e descamação envolvendo grande parte da superfície corporal.
Pode causar distúrbios hidroeletrolíticos, hipotermia/hipertermia, infecção e insuficiência cardíaca de alto débito.
É emergência dermatológica.
Pitiríase rósea
Placa-mãe oval, eritematosa, com colarete descamativo.
Erupção secundária aparece geralmente após dias.
Lesões seguem linhas de clivagem do tronco.
Padrão posterior pode lembrar árvore de Natal.
Prurido é variável.
Diagnóstico
Dermatite atópica
Diagnóstico é clínico.
Prurido, morfologia/distribuição típica, cronicidade/recorrência e história atópica sustentam o diagnóstico.
Não existe biomarcador isolado obrigatório.
Imunoglobulina E elevada pode ocorrer, mas não é necessária para diagnóstico.
Escore SCORAD
Scoring Atopic Dermatitis (SCORAD) combina extensão, intensidade de sinais e sintomas subjetivos.
É útil para quantificação e acompanhamento, mas não é necessário para todo diagnóstico clínico.
Dermatite de contato
História de exposição e topografia são fundamentais.
Teste de contato é padrão para investigação de dermatite alérgica de contato.
Teste de contato não diagnostica dermatite irritativa.
Teste de puntura não é o exame de escolha para dermatite alérgica de contato, pois avalia hipersensibilidade imediata.
Psoríase
Diagnóstico é clínico na maioria dos casos.
Biópsia é reservada a dúvida diagnóstica.
Pesquisar unhas e couro cabeludo mesmo quando queixa principal é limitada.
Perguntar sobre dor, rigidez matinal, edema de articulações, dactilite e dor em enteses para rastrear artrite psoriásica.
PASI e BSA
Psoriasis Area and Severity Index (PASI) combina área e gravidade das lesões.
Body Surface Area (BSA) estima percentual de superfície corporal acometida.
Dermatology Life Quality Index (DLQI) quantifica impacto na qualidade de vida.
Áreas especiais podem justificar tratamento sistêmico mesmo com baixa BSA.
Pitiríase rósea — diferenciais
Sífilis secundária, especialmente se palmas/plantas estiverem acometidas ou houver risco sexual.
Tinha corporal.
Psoríase gutata.
Farmacodermias pitiríase-rósea-símile.
Dermatite seborreica em apresentações atípicas.
Classificações e estratificação
Dermatite atópica — gravidade
Pode ser classificada como leve, moderada ou grave pela extensão, intensidade, prurido, sono, impacto funcional e necessidade terapêutica.
SCORAD e Eczema Area and Severity Index são ferramentas de mensuração utilizadas em pesquisa e prática especializada.
Psoríase — formas clínicas
Placas.
Gutata.
Invertida.
Pustulosa.
Eritrodérmica.
Palmoplantar.
Ungueal.
Psoríase — quando considerar doença clinicamente relevante apesar de pouca área
Face.
Genitais.
Mãos e pés.
Couro cabeludo importante.
Unhas.
Impacto funcional ou psicossocial elevado.
Artrite psoriásica.
Tratamento
Dermatite atópica — medidas basais
Uso regular e generoso de emolientes.
Banhos curtos, mornos e com agentes de limpeza suaves.
Evitar fragrâncias e irritantes individuais.
Roupas leves e estratégias para reduzir coçadura.
Educação do paciente/cuidador é componente central.
Dermatite atópica — terapia tópica
Corticosteroides tópicos são primeira linha para exacerbações.
Potência deve ser escolhida conforme idade, área, espessura da pele e gravidade.
Inibidores tópicos de calcineurina são úteis especialmente em face, pálpebras e dobras.
Crisaborole e inibidores tópicos de Janus quinase são opções em locais onde aprovados e conforme indicação.
Terapia proativa intermitente em áreas de recorrência frequente reduz recaídas em pacientes selecionados.
Dermatite atópica — doença moderada/grave
Fototerapia pode ser utilizada em pacientes selecionados.
Biológicos como dupilumabe e tralokinumabe e inibidores sistêmicos de Janus quinase são opções recomendadas em adultos elegíveis conforme diretriz e disponibilidade.
Ciclosporina, metotrexato, azatioprina e micofenolato podem ser utilizados em situações específicas.
Corticosteroide sistêmico prolongado deve ser evitado; se usado excepcionalmente como ponte, deve ser por período curto e com plano de terapia de manutenção.
Dermatite de contato
Identificar e evitar o irritante ou alérgeno é a intervenção principal.
Emolientes restauram barreira.
Corticosteroides tópicos controlam inflamação em doença localizada.
Proteção ocupacional com luvas e medidas de redução de exposição deve ser adaptada ao agente.
Dermatite alérgica persistente ou de causa incerta → encaminhar para teste de contato.
Dermatite seborreica
Couro cabeludo: xampus antifúngicos como cetoconazol são opções centrais.
Face/tronco: antifúngico tópico pode ser utilizado.
Corticosteroide tópico de baixa potência pode ser usado por períodos curtos em inflamação importante.
Inibidores de calcineurina são alternativas em face para reduzir exposição cumulativa a corticosteroide.
Doença é crônica/recidivante; manutenção pode ser necessária.
Psoríase leve
Corticosteroides tópicos são eficazes para placas.
Análogos de vitamina D, como calcipotriol, são opções importantes.
Combinação corticosteroide + análogo de vitamina D aumenta eficácia e reduz exposição isolada a corticosteroide.
Em face e áreas intertriginosas, corticosteroides de menor potência e/ou inibidores de calcineurina podem ser usados conforme contexto.
Psoríase moderada/grave
Fototerapia ultravioleta B de banda estreita é opção eficaz.
Metotrexato é tratamento sistêmico convencional importante, especialmente quando há artrite concomitante.
Ciclosporina tem início rápido e é útil em doença grave ou necessidade de resgate, mas toxicidade limita uso prolongado.
Acitretina é útil em fenótipos selecionados, especialmente pustulosos/palmoplantares, e é altamente teratogênica.
Biológicos que bloqueiam fator de necrose tumoral, interleucina 17, interleucina 12/23 ou interleucina 23 têm alta eficácia em doença moderada/grave.
Pitiríase rósea
É geralmente autolimitada e regride espontaneamente em semanas.
Tratamento é principalmente sintomático com emolientes, anti-histamínicos e corticosteroide tópico quando necessário.
Antiviral não é rotina em todos os pacientes.
Confirmar diagnóstico antes de tranquilizar quando apresentação for atípica.
Conduta na urgência e emergência
Psoríase eritrodérmica
Avaliar temperatura, hidratação, eletrólitos e estabilidade hemodinâmica.
Pesquisar infecção, drogas desencadeantes e retirada recente de corticosteroide sistêmico.
Evitar terapias irritantes tópicas extensas.
Internar casos com repercussão sistêmica.
Iniciar tratamento sistêmico de ação relativamente rápida sob orientação dermatológica.
Psoríase pustulosa generalizada
Avaliar febre, leucocitose, desidratação e distúrbios eletrolíticos.
Excluir infecção sistêmica concomitante.
Considerar internação e terapia sistêmica específica.
Evitar suspensão abrupta de corticosteroide sistêmico em paciente psoriásico.
Eczema herpeticum no paciente atópico
Lesões vesículo-erosivas monomórficas, dolorosas e rapidamente disseminadas são red flag.
Iniciar antiviral sistêmico precocemente.
Avaliar acometimento ocular e necessidade de internação.
O tema antiviral é aprofundado no HARD de Dermatoviroses.
Doses e prescrições
Cetoconazol — dermatite seborreica
Xampu 2%: frequentemente utilizado 2 vezes por semana por 2–4 semanas, depois manutenção conforme recorrência.
Creme 2%: aplicar 1–2 vezes ao dia em áreas faciais/tronco conforme resposta e protocolo.
Evitar contato ocular.
Corticosteroide tópico
A dose prática é guiada pela unidade de ponta de dedo e pela área tratada.
Face, dobras e genitais exigem menor potência e menor duração.
Palmas, plantas e placas espessas toleram maior potência em cenários selecionados.
Não existe um único corticosteroide/dose universal para todas as dermatoses deste HARD.
Calcipotriol — psoríase
Formulações tópicas são aplicadas geralmente 1–2 vezes ao dia conforme produto.
Evitar uso indiscriminado em grandes superfícies sem respeitar limites de bula/protocolo.
Combinação com corticosteroide tópico é frequentemente preferida pela eficácia.
Observação
Terapias sistêmicas da dermatite atópica e psoríase exigem seleção por idade, comorbidades, exames de triagem e protocolo especializado.
Doses completas de imunobiológicos não são necessárias para o objetivo deste panorama e variam conforme agente e indicação.
Algoritmos e fluxogramas
Placa eritematodescamativa
Definir borda: bem ou mal delimitada.
Definir local: flexura, extensor, área seborréica, dobra ou tronco.