Resumo HARDAtualizado em 02 de set. de 2026
PCR em Pediatria
RCP de alta qualidade, ritmos chocáveis e não chocáveis, desfibrilação, epinefrina e cuidados pós-parada — AHA/AAP 2025
Neste artigo
Resumo executivo
A parada cardiorrespiratória (PCR) em pediatria é frequentemente o estágio final de insuficiência respiratória progressiva ou choque, e não um evento cardíaco primário súbito como ocorre com maior frequência em adultos. Reconhecimento da deterioração e ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade são determinantes do prognóstico.
Os ritmos iniciais dividem-se em não chocáveis — assistolia e atividade elétrica sem pulso (AESP) — e chocáveis — fibrilação ventricular (FV) e taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Em crianças, ritmos não chocáveis são mais frequentes.
A RCP deve manter frequência de 100–120 compressões/min, profundidade de pelo menos um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, retorno completo e interrupções mínimas. Sem via aérea avançada: 30:2 com um socorrista e 15:2 com dois socorristas.