ENARE / ENAMED · 2025 · Média
Uma paciente de 45 anos, com diagnóstico de colelitíase há 1 ano, apresenta dor em hipocôndrio direito, ictericia ++/4, temperatura axilar de 38 °C, PA: 110 x 70 mmHg e bilirrubina total de 4,6 mg/dL, com bilirrubina direta de 3,2 mg/dL. Realizou ultrassonografia de abdômen, que mostrou vesícula de paredes finas, contendo múltiplos cálculos e discreta dilatação das vias biliares extra-hepáticas. Além da antibioticoterapia venosa, a conduta mais apropriada neste momento é:
- A) Hidratação e medidas de suporte, somente.
- B) Papilotomia endoscópica de urgência.
- C) Drenagem cirúrgica das vias biliares com dreno de Kehr.
- D) Colecistectomia de urgência com colangiografia.
- E) Drenagem biliar externa trans-hepática.
PSU-MG · 2019 · Média
Mulher de 47 anos, costureira, refere dor abdominal em região subcostal direita de início há 48 horas, acompanhada de febre e vômitos (dois episódios). Piora rápida nas últimas 20 horas. Paciente não apresenta comorbidades. Ao exame, apresenta sobrepeso (IMC=27Kg/m²), corada, hidratada, febril, anictérica, taquicárdica. Abdome doloroso à palpação em rebordo costal direito com vesícula palpável, dolorosa, com defesa peritoneal localizada. A ultrassonografia mostra colecistolitíase e parede da vesícula com espessura no limite da normalidade. Ausência de líquido livre na região. Foi solicitada cintilografia. Sobre esse caso, assinale a alternativa CORRETA:
- A) A infecção da bile é o fator primário determinante da evolução para colecistite aguda.
- B) O preenchimento da vesícula durante a cintilografia afasta o diagnóstico de colecistite aguda.
- C) O primeiro exame que deveria ter sido solicitado é a tomografia computadorizada mais sensível que a ultrassonografia para o diagnóstico.
- D) O sinal de Murphy não se presta ao diagnóstico diferencial de colecistite aguda com cólica biliar.
ENARE / ENAMED · 2026 · Média
Paciente de 43 anos, sexo feminino, internada em enfermaria de cirurgia. Refere icterícia, colúria e acolia, iniciadas há 72 horas. Paciente nega tabagismo, comorbidades ou episódios semelhantes previamente. Exame físico: icterícia (+++/++++), dor à palpação profunda de hipocôndrio direito; frequência cardíaca de 83 bpm; pressão arterial de 123 x 76 mmHg; temperatura axilar de 37,4 °C. Ultrassonografia de abdome: presença de múltiplas imagens móveis e arredondadas, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, e dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Exame laboratoriais: Nesse momento, quais são, respectivamente, o diagnóstico sindrômico e o exame complementar mais indicados para prosseguir à investigação?
- A) Síndrome colestática sem colangite; tomografia de abdome com contraste venoso.
- B) Síndrome colestática com colangite; ressonância nuclear magnética de vias biliares.
- C) Síndrome colestática sem colangite; ressonância nuclear magnética de vias biliares.
- D) Síndrome colestática com colangite; colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
ENARE / ENAMED · 2026 · Média
Paciente de 43 anos, sexo feminino, internada em enfermaria de cirurgia. Refere icterícia, colúria e acolia, iniciadas há 72 horas. Paciente nega tabagismo, comorbidades ou episódios semelhantes previamente. Exame físico: Ictérica (+++/++++), dor à palpação profunda de hipocôndrio direito; frequência cardíaca de 83 bpm; pressão arterial de 123 x 76 mmHg; temperatura axilar de 37,4 ºC. Ultrassonografia de abdome: presença de múltiplas imagens móveis e arredondadas, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, e dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Exames laboratoriais: Nesse momento, quais são, respectivamente, o diagnóstico sindrômico e o exame complementar mais indicados para prosseguir à investigação?
- A) Síndrome colestática sem colangite; tomografia de abdome com contraste venoso.
- B) Síndrome colestática com colangite; ressonância nuclear magnética de vias biliares.
- C) Síndrome colestática sem colangite; ressonância nuclear magnética de vias biliares.
- D) Síndrome colestática com colangite; colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
PSU-MG · 2020 · Média
Paciente do sexo feminino, 66 anos, informa aparecimento de icterícia rapidamente progressiva com colúria e acolia fecal seguida de prurido intenso. Perda ponderal de 5Kg com moléstia atual. Nega febre. Ao exame físico, paciente ictérica(3+/4+), desidratada, descorada (+/4+). Abdome globoso com áreas de escarificações lineares com infecção secundária. Ausência de visceromegalias. Peristaltismo presente. Em relação a essa paciente, assinale a alternativa CORRETA.
- A) A paciente pode evoluir com quadro de insuficiência renal aguda devido às consequências da ausência de bile no trato intestinal
- B) A principal contraindicação de se fazer colangioressonância é a necessidade do uso de contraste
- C) É necessária a realização de exames laboratoriais para se decidir sobre a necessidade de administração de vitamina K, haja vista ser sua reserva hepática elevada
- D) Para se iniciar colestiramina, deve se aguardar as confirmações de obstrução completa das vias biliares extrahepáticas