Resumo HARDAtualizado em 02 de set. de 2026
Faringoamigdalite
Etiologia viral versus estreptocócica, diagnóstico, escores clínicos e antibioticoterapia
Neste artigo
Resumo executivo
Faringoamigdalite aguda é inflamação/infeção aguda da faringe e das amígdalas, sendo a maioria dos episódios de etiologia viral. Entre as causas bacterianas, o Streptococcus pyogenes, também denominado estreptococo beta-hemolítico do grupo A (EBHGA), é o agente de maior relevância clínica por ser tratável e estar associado a complicações supurativas e não supurativas.
O EBHGA responde por até cerca de 20–30% das faringites em crianças e 5–15% em adultos. É mais comum entre 5 e 15 anos e incomum como apresentação clássica em menores de 3 anos.
Tosse, coriza, rouquidão, conjuntivite e úlceras orais favorecem etiologia viral. Febre, exsudato/amigdalite, linfonodos cervicais anteriores dolorosos e ausência de tosse aumentam a probabilidade de EBHGA, mas nenhum conjunto clínico confirma isoladamente a etiologia.