PSU-MG · 2020 · Média
Uma mulher de 28 anos, previamente hígida, foi à UPA no dia 10 de abril de 2019 queixando-se de disúria, dor no flanco direito e febre (38,4ºC). O exame de urina revelou 54 piócitos/campo, 13 hemácias/campo e presença de bastonetes Gram-negativos. Optou-se pelo tratamento ambulatorial com ciprofloxacino. Evoluiu com melhora dos sintomas e da febre após 48h do uso do medicamento. No dia 14 de abril, retornou à UPA com queixa de prurido generalizado, recidiva da febre e edema de membros inferiores. Ao exame físico, apresentava PA 120/70mmHg, FC 89bpm, FR 17irpm, SpO² em ar ambiente 97%. Edema maleolar bilateral depressível. O restante do exame físico não apresentava anormalidades. Exames de laboratório: Em 10/04/2019: Hb13,1g/dL; LG 15.800/mm³; NS 11.570/mm³; Linf 2.450/mm³; Eos 360/mm³; Plq 178.000/mm³; Creat 1,1mg/dL; ureia 23 mg/dL. Urocultura: Escherichia coli, 100.00UFC/mL, resistente a ampicilina; sensível a ciprofloxacino, nitrofurantoína, cefalexina, ceftriaxona, sulfametoxazol-trimetoprim e amoxicilina-clavulanato. Em 14/04/2019: Hb 13,5g/dL; LG 11.800/mm³; NS 6.570/mm³; Linf 2.890/mm³; Eos 1.550/mm³; Plp´160.000/mm³, Crat 2,5mg/dL; Ureia 32mg/dL; K+ 5,2mEq/L. Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta imediata MAIS ADEQUADA é:
- A) Manter o ciprofloxacino e adicionar a hidrocortisona.
- B) Substituir o ciprofloxacino por ceftriaxona e adicionar a hidrocortisona.
- C) Substituir o ciprofloxacino por nitrofurantoína.
- D) Substituir o ciprofloxacino por sulfametoxazol-trimetoprim.
PSU-MG · 2018 · Média
Uma adolescente de 15 anos desenvolveu quadro de amigdalite, motivo pelo qual lhe foi prescrito amoxicilina. Vinha evoluindo bem, sendo que a adinofagia e a febre que acompanhavam a amigdalite desapareceram rapidamente após ter começado o tratamento. Porém, uma semana após o início do antibiótico, passou a apresentar rash cutâneo, reaparecimento da febre, mal estar e redução do volume urinário. Procurou serviço de pronto atendimento e, ao exame, apresentava-se com temperatura axilar = 38,8ºC, pressão arterial = 115x75mmHg, frequência de pulso = 92ppm e frequência respiratória = 16ipm. Demais aspectos do exame físico sem alterações. Os exames complementares evidenciaram títulos elevados de antiestreptolisina O, moderada eosinofilia, uréia = 51mg/dL e creatinina = 2,37mg/dL. O exame de urina revelou microhematúria sem cilindros hemáticos, leucocitúria com numerosos eosinófilos e raros cilindros leucocitários. Dentre as opções abaixo, qual é o diagnóstico MAIS PROVÁVEL?
- A) Glomerulonefrite pós-estreptocócica
- B) Necrose tubular aguda
- C) Nefrite intersticial aguda
- D) Pielonefrite aguda
PSU-MG · 2020 · Média
Uma mulher de 28 anos, previamente hígida, foi à UPA no dia 10 de abril de 2019 queixando-se de disúria, dor no flanco direito e febre (38,4ºC). O exame de urina revelou 54 piócitos/campo, 13 hemácias/campo e presença de bastonetes Gram-negativo. Optou-se pelo tratamento ambulatorial com ciprofloxacino. Evoluiu com melhora dos sintomas e da febre após 48h do uso do medicamento. No dia 14 de Abril, retornou à UPA com queixa de prurido generalizado, recidiva da febre e edema de membros inferiores. Ao exame físico, apresentava PA 120/70mmHg, FC 89bpm, FR 17irpm, SpO² em ar ambiente 97%. Edema maleolar bilateral depressível. O restante do exame físico não apresentava anormalidades. Exames de laboratório: Em 10/04/2019: Hb13,1g/dL; LG 15.800/mm³; NS 11.570/mm³; Linf 2.450/mm³; Eos 360/mm³; Plq 178.000/mm³; Creat 1,1mg/dL; Ureia 23mg/dL. Urocultura: Escherichia coli, 100.00UFC/mL, resistente a ampicilina; sensível a ciprofloxacino, nitrofurantoína, cefalexina, ceftriaxona, sulfametoxazol-trimetoprim e amoxicilina-clavulanato. Em 14/04/2019: Hb 13,5g/dL; LG 11.800/mm³; NS 6.570/mm³; Linf 2.890/mm³; Eos 1.550/mm³; Plp´160.000/mm³, Crat 2,5mg/dL; Ureia 32mg/dL; K+ 5,2mEq/L. A injúria renal nesse caso se deve MAIS PROVAVELMENTE à:
- A) Glomerulonefrite pós-infecciosa.
- B) Necrose tubular aguda.
- C) Nefrite intersticial aguda.
- D) Pielonefrite aguda.