Calendário Nacional de Vacinação 2026 por faixa etária, atualização de esquemas e pegadinhas de prova
Arthur MedVerse
·55 min de leitura·Avançado
Neste artigo
Resumo executivo
Calendário Nacional de Vacinação (CNV) é organizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e define a vacinação de rotina ao longo do curso de vida. Em 2026, a Instrução Normativa do Ministério da Saúde reúne 21 vacinas no calendário público e deve ser a referência prioritária para provas que cobram o calendário vigente.
Regra de ouro para esquema atrasado: em geral, não se reinicia série vacinal já iniciada. Deve-se avaliar o histórico documentado, completar as doses faltantes e respeitar intervalos recomendados e mínimos. Algumas vacinas, porém, possuem limites etários próprios, como rotavírus, Bacilo de Calmette-Guérin (BCG), pentavalente e poliomielite inativada.
Primeiro ano de vida: ao nascer, BCG e hepatite B; aos 2, 4 e 6 meses, vacina pentavalente e vacina inativada poliomielite (VIP); pneumocócica conjugada no esquema 2 + 1, com incorporação da pneumocócica 20-valente (VPC20) em 2026; rotavírus aos 2 e 4 meses; meningocócica C aos 3 e 5 meses; influenza a partir dos 6 meses; covid-19 na infância conforme produto e esquema vigente; febre amarela aos 9 meses.
Segundo ano: aos 12 meses entram reforços pneumocócico e meningocócico ACWY e a primeira dose da tríplice viral; aos 15 meses, vacina contra hepatite A, varicela, segunda dose da tríplice viral e reforços de difteria-tétano-pertussis e poliomielite. Aos 4 anos ocorrem novos reforços de difteria-tétano-pertussis, poliomielite e febre amarela.
Adolescência: papilomavírus humano quadrivalente (HPV4) em dose única na rotina entre 9 e 14 anos; vacina dengue tetravalente (DNG4) entre 10 e 14 anos, em duas doses separadas por 3 meses; meningocócica ACWY entre 11 e 14 anos; e reforço da dupla adulto contra difteria e tétano (dT) aos 14 anos, seguido de reforços periódicos.
Adultos: atualizar hepatite B, dT, febre amarela e tríplice viral conforme idade, histórico e indicação. Para tríplice viral, pessoas até 29 anos devem comprovar duas doses; entre 30 e 59 anos, uma dose; trabalhadores de saúde devem ter duas doses independentemente da idade, conforme situação vacinal.
Gestação: revisar o cartão já no início do pré-natal. Hepatite B pode ser iniciada ou completada; influenza é recomendada em cada gestação; covid-19 é indicada em cada gestação respeitando o intervalo vigente; a vacina acelular contra difteria, tétano e pertussis (dTpa) é administrada a partir da 20ª semana em cada gravidez; em 2026, a vacina contra vírus sincicial respiratório (VSR) integra o calendário para gestantes a partir da 28ª semana.
Idosos: influenza anual e covid-19 periódica têm destaque. A febre amarela em pessoas com 60 anos ou mais sem histórico vacinal exige avaliação individual de risco-benefício quando houver risco de exposição. A VPC20 passou a ter indicação específica no PNI para grupos idosos vulneráveis, como pessoas não vacinadas, acamadas ou institucionalizadas.
Mensagem de prova: memorize o calendário por marcos etários e não apenas por nomes de vacinas. Atenção às mudanças recentes: reforço da poliomielite com VIP, meningocócica ACWY aos 12 meses, incorporação da VPC20, vacinação materna contra VSR a partir da 28ª semana e esquemas vigentes de HPV e dengue.
Objetivos de aprendizagem
01
Reconhecer o Calendário Nacional de Vacinação vigente em 2026 por faixa etária.
02
Memorizar as vacinas indicadas ao nascer e nos principais marcos do primeiro e segundo anos de vida.
03
Definir esquemas de HPV, dengue, meningocócica ACWY e dT na adolescência.
04
Atualizar adequadamente o calendário vacinal de adultos.
05
Reconhecer as vacinas indicadas e contraindicadas durante a gestação.
06
Identificar recomendações prioritárias para idosos.
07
Aplicar corretamente o princípio de não reiniciar esquemas vacinais atrasados.
08
Reconhecer limites etários importantes, especialmente para rotavírus e BCG.
09
Identificar as principais mudanças recentes do calendário brasileiro.
10
Resolver questões de residência baseadas em idade, histórico vacinal e situação especial.
Visão rápida
Definição
Calendário oficial do PNI que organiza as vacinas do SUS por idade, situação vacinal e grupos especiais.
Como reconhecer
Provas cobram principalmente idade de aplicação, número de doses, reforços, intervalos, limites etários e vacinação na gestação.
Conduta principal
Conferir histórico → identificar doses válidas → completar o que falta sem reiniciar esquemas, respeitando idade e intervalos.
Pérola de prova
Em 2026, atenção especial à VPC20, meningocócica ACWY aos 12 meses, VSR materna a partir da 28ª semana e calendário exclusivamente com VIP para poliomielite.
Introdução
O Programa Nacional de Imunizações organiza a vacinação pública brasileira e atualiza periodicamente o calendário conforme epidemiologia, disponibilidade de imunobiológicos e incorporação de novas estratégias.
O calendário deve ser estudado como uma linha do tempo. Em provas, o examinador frequentemente fornece idade e histórico de doses e pergunta qual imunizante administrar naquele momento.
Este HARD utiliza como eixo a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação de 2026 e os calendários técnicos oficiais do Ministério da Saúde.
Conceitos fundamentais
Agenda oportuna
É a idade ou momento preferencial para administrar determinada vacina e obter proteção no período de maior benefício.
Perder a agenda oportuna não significa necessariamente perder a vacina: muitas podem ser atualizadas posteriormente dentro da faixa etária autorizada.
Algumas vacinas possuem janela etária rígida e exigem atenção especial.
Esquema atrasado
Regra geral: não reiniciar um esquema apenas porque houve grande intervalo entre doses.
Considerar doses previamente válidas e completar as faltantes.
Respeitar o intervalo mínimo quando a situação exigir antecipação; na rotina, preferir o intervalo recomendado.
Dose de rotina, reforço e dose zero
Dose de rotina integra o esquema básico recomendado para a faixa etária.
Reforço é administrado após esquema primário para manter ou ampliar proteção.
Dose zero é aplicada em situação epidemiológica especial antes da idade de rotina e não substitui as doses regulares subsequentes.
Vacinas vivas e situações especiais
Vacinas vivas atenuadas exigem atenção especial em gestantes e pessoas com imunodeficiência.
A indicação ou contraindicação depende do produto e da condição clínica; grupos especiais devem ser avaliados conforme os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Não extrapolar a contraindicação de uma vacina viva para todas as vacinas.
Diagnóstico
Como interpretar um cartão vacinal em prova
Identifique a idade atual.
Determine quais doses documentadas são válidas.
Compare com a agenda oportuna e com o limite etário de cada vacina.
Não reinicie automaticamente esquemas atrasados.
Complete as doses faltantes respeitando o intervalo mínimo.
Procure condições especiais: gestação, imunossupressão, exposição, viagem, profissão e comorbidades.
Diferencie rotina do PNI de recomendações exclusivas dos CRIE.
Situações em que o limite etário muda a conduta
BCG de rotina: até 4 anos, 11 meses e 29 dias para criança elegível não vacinada.
Pentavalente: não utilizar a partir de 7 anos.
VIP de rotina infantil: atualização até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
Rotavírus: possui limites máximos específicos para cada dose.
DTP: reforços podem ser administrados até 6 anos, 11 meses e 29 dias; depois utiliza-se formulação apropriada para idade.
HPV e dengue possuem faixas etárias definidas na rotina do PNI.
Classificações e estratificação
CRIANÇA — ao nascer
BCG: dose única, preferencialmente ainda na maternidade. Na rotina, pode ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias em criança não vacinada e elegível.
Hepatite B: 1 dose monovalente na sala de parto ou preferencialmente nas primeiras 12 horas. As demais doses são completadas com pentavalente aos 2, 4 e 6 meses.
Filho de mãe HBsAg positiva: vacina hepatite B + imunoglobulina humana anti-hepatite B em sítios distintos, idealmente nas primeiras 12 horas.
CRIANÇA — 2 meses
Pentavalente: 1ª dose.
VIP: 1ª dose.
Pneumocócica conjugada: 1ª dose; em 2026, o esquema de incorporação utiliza VPC20 aos 2 meses.
Rotavírus: 1ª dose.
CRIANÇA — 3 meses
Meningocócica C conjugada: 1ª dose.
CRIANÇA — 4 meses
Pentavalente: 2ª dose.
VIP: 2ª dose.
Pneumocócica conjugada: 2ª dose; no esquema de incorporação de 2026, pneumocócica 10-valente aos 4 meses, com possibilidade de uso da VPC20 conforme disponibilidade e orientação vigente.
Rotavírus: 2ª dose.
CRIANÇA — 5 meses
Meningocócica C conjugada: 2ª dose.
CRIANÇA — 6 meses
Pentavalente: 3ª dose.
VIP: 3ª dose.
Influenza: iniciar vacinação anual a partir de 6 meses para crianças menores de 6 anos; na primovacinação, 2 doses com intervalo de 30 dias.
Covid-19: iniciar esquema infantil conforme produto vigente; no esquema Comirnaty de 2026, doses aos 6, 7 e 9 meses.
CRIANÇA — 9 meses
Febre amarela: 1ª dose.
Covid-19: completar a 3ª dose do esquema Comirnaty iniciado aos 6 meses, quando esse for o produto utilizado.
CRIANÇA — 12 meses
Pneumocócica conjugada: reforço; em 2026, VPC20 é utilizada no reforço do esquema de rotina.
Meningocócica ACWY: 1 dose de reforço, substituindo o antigo reforço meningocócico C.
Tríplice viral: 1ª dose.
CRIANÇA — 15 meses
Difteria, tétano e pertussis de células inteiras (DTP): 1º reforço.
VIP: 1º reforço.
Tríplice viral: 2ª dose.
Varicela monovalente: 1ª dose, administrada simultaneamente à tríplice viral em sítios distintos.
Hepatite A: dose única.
CRIANÇA — 4 anos
DTP: 2º reforço.
VIP: 2º reforço.
Febre amarela: reforço para quem recebeu a primeira dose antes dos 5 anos.
Se a 1ª dose não for realizada dentro da janela permitida, perde-se a oportunidade do esquema.
ADOLESCENTE — HPV
HPV4: rotina para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias.
Esquema de rotina: dose única.
Em 2026 há estratégia de resgate para adolescentes de 15 a 19 anos sem histórico vacinal, conforme organização local.
Imunodeprimidos de 9 a 45 anos: 3 doses, em 0, 2 e 6 meses.
Gestação é contraindicação à HPV4; se administrada inadvertidamente, não há indicação de intervenção específica além do acompanhamento pré-natal.
ADOLESCENTE — dengue
DNG4: população de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias no calendário de 2026.
Esquema: 2 doses.
Intervalo entre as doses: 3 meses.
Após dengue confirmada antes de iniciar o esquema, aguardar 6 meses.
É vacina viva atenuada e é contraindicada na gestação, lactação e imunodeficiência relevante.
ADOLESCENTE — meningocócica e dT
Meningocócica ACWY: uma dose entre 11 e 14 anos; agenda oportuna aos 11 anos.
dT: reforço aos 14 anos quando esquema infantil completo, aproximadamente 10 anos após o segundo reforço da DTP.
Depois, reforço com dT a cada 10 anos; antecipar para 5 anos em situação de risco de difteria ou tétano.
ADULTO — 25 a 59 anos
Hepatite B: iniciar ou completar 3 doses conforme histórico; esquema usual 0, 1 e 6 meses.
dT: completar esquema básico de 3 doses se necessário e realizar reforço a cada 10 anos.
Febre amarela: entre 5 e 59 anos, pessoa sem histórico vacinal recebe 1 dose quando indicada pelo calendário/risco epidemiológico.
Tríplice viral: até 29 anos, comprovar 2 doses; de 30 a 59 anos, 1 dose.
Trabalhador de saúde: tríplice viral em 2 doses independentemente da idade, conforme histórico.
GESTANTE
Avaliar e atualizar o cartão desde a primeira consulta pré-natal.
Hepatite B: iniciar ou completar esquema em qualquer idade gestacional quando necessário.
Influenza: 1 dose em cada gestação/temporada, em qualquer idade gestacional.
Covid-19: 1 dose em cada gestação, em qualquer idade gestacional, respeitando intervalo mínimo vigente desde a última dose.
dTpa: 1 dose a partir da 20ª semana em cada gestação.
Se esquema contra difteria/tétano estiver incompleto, completar total de 3 doses contendo toxoides, garantindo uma dose de dTpa a partir da 20ª semana.
Vacina contra VSR: 1 dose a partir da 28ª semana em cada gestação, sem restrição de idade materna.
Febre amarela: não é vacina de rotina na gestação; pode ser indicada diante de alto risco de exposição após avaliação risco-benefício.
Tríplice viral, varicela, HPV4 e dengue não devem ser administradas durante a gestação.
IDOSO
Influenza: 1 dose anual.
Covid-19: para pessoas com 60 anos ou mais, 1 dose a cada 6 meses, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose.
dT: manter reforço a cada 10 anos se esquema básico completo.
Hepatite B: completar esquema quando necessário.
Febre amarela: a partir de 60 anos, sem histórico, vacinar apenas quando houver risco de exposição e após avaliação individual de risco-benefício.
VPC20: em 2026, dose única para pessoas a partir de 60 anos não vacinadas que sejam acamadas e/ou institucionalizadas, conforme estratégia do PNI.
Tratamento
Princípios de atualização vacinal
Usar todas as oportunidades de contato com o serviço para revisar o cartão.
Doses válidas previamente administradas devem ser consideradas.
Quando várias vacinas estiverem indicadas, a coadministração é frequentemente possível em sítios anatômicos diferentes.
Vacinas vivas parenterais não administradas simultaneamente podem exigir intervalo entre si; conferir recomendação específica do produto.
Condições clínicas especiais podem alterar produto, número de doses ou necessidade de imunoglobulina.
Poliomielite — mudança consolidada
O calendário infantil de rotina utiliza VIP.
Esquema básico: 2, 4 e 6 meses.
Reforços: 15 meses e 4 anos.
A antiga vacina oral poliomielite não integra o esquema rotineiro descrito na Instrução Normativa de 2026.
Pneumocócica — transição de 2026
O PNI incorporou a VPC20.
Agenda oportuna da criança em 2026: VPC20 aos 2 meses, pneumocócica 10-valente aos 4 meses e VPC20 no reforço aos 12 meses durante a fase de incorporação.
Na indisponibilidade da pneumocócica 10-valente, iniciar ou completar esquemas com VPC20 conforme orientação oficial.
Para esquemas atrasados, seguir a situação vacinal e a fase de transição descritas pelo PNI, evitando aplicar automaticamente regras antigas.
Meningocócica — atualização importante
Esquema básico com meningocócica C aos 3 e 5 meses.
Reforço aos 12 meses com meningocócica ACWY.
Adolescentes de 11 a 14 anos recebem dose ou reforço de meningocócica ACWY conforme situação vacinal.
Algoritmos e fluxogramas
Criança com cartão atrasado
Conferir idade e todas as doses já recebidas.
Separar vacinas ainda possíveis daquelas cuja janela etária foi perdida.
Manter doses válidas; não zerar o esquema.
Aplicar simultaneamente as vacinas compatíveis que estejam indicadas.
Agendar doses subsequentes pelos intervalos recomendados.
Registrar claramente produto, dose, data e próximo retorno.
Mulher grávida chega sem cartão atualizado
Reconstituir histórico vacinal sempre que possível.
Atualizar hepatite B e esquema difteria/tétano conforme necessidade.
Administrar influenza conforme temporada/rotina.
Administrar covid-19 conforme intervalo vigente.
Programar ou administrar dTpa a partir da 20ª semana.
Programar ou administrar vacina VSR a partir da 28ª semana.
Não administrar rotineiramente vacinas vivas contraindicadas na gestação.
Avaliar febre amarela apenas se houver risco epidemiológico relevante.
Adulto sem comprovação vacinal
Avaliar hepatite B e completar esquema.
Avaliar dT e completar 3 doses se necessário.
Checar tríplice viral de acordo com a idade e profissão.
Avaliar indicação de febre amarela.
Pesquisar condições especiais que indiquem vacinas adicionais pelo CRIE.
O que mais cai
Ao nascer: BCG + hepatite B.
Pentavalente: 2, 4 e 6 meses.
VIP: 2, 4 e 6 meses + reforços aos 15 meses e 4 anos.
Rotavírus: 2 e 4 meses, com limites etários próprios.
Meningocócica C: 3 e 5 meses; reforço aos 12 meses com meningocócica ACWY.
Febre amarela: 9 meses + reforço aos 4 anos.
Tríplice viral: 12 e 15 meses.
DTP: reforços aos 15 meses e 4 anos.
Hepatite A: dose única aos 15 meses.
HPV4: dose única entre 9 e 14 anos na rotina.
Dengue: 2 doses com intervalo de 3 meses entre 10 e 14 anos.
Meningocócica ACWY: 11 a 14 anos na adolescência.
dTpa: a partir da 20ª semana em cada gestação.
VSR materna: a partir da 28ª semana em cada gestação.
Influenza: anual para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos na rotina.
Covid-19: crianças pequenas, gestantes, idosos e grupos prioritários seguem esquemas periódicos do PNI.
Esquema vacinal atrasado geralmente é completado, não reiniciado.
BCG sem cicatriz após dose válida não é indicação rotineira de revacinação.
Tríplice viral: até 29 anos, 2 doses; 30–59 anos, 1 dose; trabalhador de saúde, 2 doses.
Erros comuns
Reiniciar um esquema vacinal apenas porque o intervalo entre doses foi prolongado.
Usar calendário antigo com vacina oral poliomielite como reforço de rotina.
Esquecer que o reforço meningocócico dos 12 meses é feito com ACWY no calendário de 2026.
Ignorar a incorporação da VPC20 ao PNI em 2026.
Perder a janela etária do rotavírus por confundir idade recomendada com limite máximo.
Revacinar rotineiramente com BCG apenas porque não existe cicatriz visível.
Administrar HPV4 durante a gestação.
Administrar dengue em gestante ou imunodeprimido relevante.
Considerar febre amarela uma vacina rotineira automática para todo idoso.
Esquecer dTpa em cada gestação, mesmo quando o esquema prévio de dT está completo.
Esquecer a vacina materna contra VSR a partir da 28ª semana.
Confundir calendário de rotina do PNI com indicações ampliadas dos CRIE.
Para lembrar
Nasceu: BCG + hepatite B.
2–4–6: pentavalente + VIP; pneumocócica começa aos 2 meses.